Mostrando postagens com marcador Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Reduzindo os problemas




Você já teve problemas? Já esteve triste? Ou passou por alguma dificuldade? Dificilmente alguém responderá não em todas as perguntas.
Em nossa vida acontecem diversos empecilhos e os problemas nos deixam frágeis, essa fragilidade que nos assola deixa-nos vulnerável a aceitarmos qualquer tipo de ajuda, as mais práticas e rápidas são as mais bem aceitas, independente se essa é ou não a vontade de Deus.
 Muitas vezes esperamos estar “no fundo do poço” para buscarmos e percebemos o quanto somos dependentes de Deus a dificuldade é um atalho para nos afastarmos Dele, quando estamos com algum problema é mais fácil cair na armadilha do inimigo que parece boa e agradável aos nossos olhos.
Lembro-me da frase de um pastor disse: “A dor maior é a minha”; Desta mesma forma o problema maior sempre será o meu.
Certo dia assisti um documentário sobre uma senhora que relatava ter conhecido a palavra de Deus e ter aceitado Jesus em 2000. Em 2011 essa senhora perdeu o esposo, no final de 2012 perdeu a mãe e janeiro de 2013 em uma tragédia perdeu 2 dos seus 4 filhos, os outros filhos um é casado e tem sua família, e sua filha foi a única que lhe restou morando na casa, a menina está com depressão há 2 anos após a perda do pai, na qual veio a piorar após a perda dos irmãos.
O que me chamou a atenção nessa história toda foi o depoimento que essa senhora deu dizendo que Deus já estava preparando ela para isso tudo, e que naquele momento ela precisava ter forças para ajudar principalmente essa filha que esta com depressão e amigos que passaram por perdas como a dela e ela afirma que a força dela vem da bíblia, vem de Deus.
Essa senhora dá um exemplo maravilhoso, só Deus que nos mantem em pé diante dos problemas, na 2ª carta de Paulo aos Coríntios logo no capítulo 1 nos versículos 3 e 4 que diz:
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus”.
Este versículos falam sobre o Deus que nos consola, e que quando já experimentamos esse consolo, conseguimos suportar as tribulações para poder consolar outros com o mesmo conforto que Deus nos dá, e esse é o exemplo que aquela senhora nos dá.
Jesus Cristo passou por um sofrimento enorme na cruz, sofrimento este suportado por cada um de nós, a bíblia relata a sua glória ao final do sofrimento, a palavra diz que precisamos aceitar o nosso sofrimento e suportar para a glória final.
Nessa mesma carta de Paulo nos versículos 9 e 10 diz:
“Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; 
O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda”.
A graça de Deus é suficiente e a nossa fraqueza é uma ótima oportunidade para Ele mostrar o seu poder, para que não confiemos em nós, esse é o propósito real, entendermos que somos dependentes Dele.
Procurar a solução dos problemas em primeiro lugar na oração revela a dependência que temos de Deus, a oração produz resultado autentico todos nós precisamos de oração, até mesmo Paulo precisava de oração.(v.11)

Buscar a solução e o consolo na oração é o melhor caminho, Deus ouve as nossas orações e súplicas, Ele nos consola e permite que possamos consolar outros que muitas vezes estão em situações piores do que a nossa, não hesite em orar esse é o primeiro passo, segundo passo não hesite em esperar a resposta de Deus para sua vida que certamente será o melhor para você.
Leia Mais

sábado, 6 de abril de 2013

Escravo das Orelhas furadas!


A carta aos Romanos é uma grande exposição do plano redentor de Deus de forma completa. Paulo expõe a importância de sabermos que éramos alvos da ira do Deus criador. Afinal, todos pecaram e precisam da glória de Deus, e sem a intervenção de Deus nada se pode fazer. 
No entanto, o Deus que estava irado, e é Justo e Santo, agora justifica aqueles que necessitavam da sua glória, vindo ao mundo e se fazendo justiça em favor daqueles que não mereciam. Jesus em uma cruz carregando os pecados de homens e mulheres, e muitos mais do que isso, carregou sobre si a ira de Deus e o abandono do Pai.
Diante dos primeiros capítulos da carta, após relatar sobre essa graça (favor imerecido), surge uma pergunta: “Então, Já que fomos libertos do pecado, pela graça, podemos pecar?” (Romanos 6 .1) “Deus me livre!” é a resposta de Paulo, uma vez libertos do pecado, não voltem a pecar. Em outras palavras, fomos libertos do pecado, e feitos Escravos da justiça.
A pergunta em jogo neste capitulo não é: “Será que estou me tornando um escravo da justiça?”, mas “De quem eu sou escravo?”. Como disse Paulo “Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que leva à morte, ou da obediência que leva à justiça?” (Romanos 6.16). Instrumento da justiça de Deus, ou da desonra de Deus?
Minha Pergunta a você neste artigo é: Quem é Você? Diante desta pergunta, qual é a primeira resposta que te vem à mente? Acredito que você me responderia: “Bom, eu sou um estudante!” “Ah... eu sou um funcionário publico!” “Eu sou isso!”  “Eu sou aquilo!”, mas será que você me responderia com toda a sinceridade de coração “Eu sou um escravo!”.
Tenho uma definição sobre escravo: “Primeiramente é aquele que pertence por completo ao seu dono e cuja vida toda é moldada pela vontade do seu mestre.” Poderia ser definido desta forma em relação a Jesus como seu mestre?
O cristianismo nos aponta duas formas de viver a vida: Primeira, totalmente escravos do pecado. Sendo assim, posso me identificar como alguém preso às minhas tentações, atolado por pensamentos ruins, cheio de desejos enganadores e uma mente obstinada a pecar.
Segunda, viveremos como pessoas que foram escravas do pecado, no entanto, hoje, reconciliadas com Deus. Deus interveio em nossas vidas e nos amou, quando éramos os mais indignos de bondade e graça, e muito menos amor. Dignos, somente, da ira e vergonha de nós mesmos. Hoje, libertos do Pecado, escravos da justiça. 
Em Êxodo capitulo 21.2-6 Diz: "Se você comprar um escravo hebreu, ele o servirá por seis anos. Mas no sétimo ano será liberto, sem precisar pagar nada.
Se chegou solteiro, solteiro receberá liberdade; mas se chegou casado, sua mulher irá com ele.
Se o seu senhor lhe tiver dado uma mulher, e esta lhe tiver dado filhos ou filhas, a mulher e os filhos pertencerão ao senhor; somente o homem sairá livre.
"Se, porém, o escravo declarar: ‘Eu amo o meu senhor, a minha mulher e os meus filhos, e não quero sair livre’,
o seu senhor o levará perante os juízes. Terá que levá-lo à porta ou à lateral da porta e furar a sua orelha. Assim, ele será seu escravo por toda a vida.”
Essa é a narrativa sobre a lei perante um escravo. Acredito que quando compreendemos o evangelho de Cristo e nos rendemos ao seu amor, vivenciamos algo parecido com a declaração de um escravo de orelhas furadas: “Eu amo o meu Senhor! Amo tudo aquilo que ele me ofereceu! Prefiro, mil vezes, ser escravos do meu Senhor do que ser livre! Podem furar as minhas orelhas, será como marca da minha servidão eterna ao meu mestre, o Eterno.”
Leia Mais
 

©2009 Assinatura Jovem | by TNB